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Lançamento
LIVRO “CASAIS DAS FLORES E DO CORVO”
JÁ ESTÁ DISPONÍVEL A QUEM POSSA INTERESSAR
As pessoas com ascendentes nas ilhas das Flores e do Corvo já podem mais facilmente, a partir de agora, conhecer as suas raízes nas duas ilhas do Grupo Ocidental dos Açores.
A iniciativa é do investigador Francisco António Nunes Pimentel Gomes, que, durante a 21.ª edição da Festa do Emigrante, que decorreu de 14 a 17 de Julho, na Vila de Lajes das Flores, lançou o seu livro Casais das Flores e do Corvo (Extractos dos assentos de casamento 1675 - 1911).
Este novo livro constitui uma autêntica base de dados dos casamentos celebrados naquelas duas ilhas, apresentando uma listagem de mais de dez mil extractos de assentos (9.190 das Flores e 1.057 do Corvo), agrupados por paróquias e, dentro de cada uma destas, por ordem alfabética do cônjuge masculino, o que facilita toda a pesquisa.
O estudo abrangeu os livros de casamento em depósito na Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Horta, relativos àquelas duas ilhas, e, apesar de já se terem perdido alguns livros, inclui, ainda assim, extractos de assentos de casamento que remontam a 1675, no caso de duas paróquias das Flores, e a 1694, no caso do Corvo.
Com uma tiragem de 750 exemplares, a edição deste livro, de 534 páginas, contou com o patrocínio da Câmara Municipal de Lajes das Flores, Câmara Municipal do Corvo, Direcção Regional da Cultura, Direcção Regional das Comunidades e Assembleia Legislativa Regional dos Açores.
Casais das Flores e do Corvo (Extractos dos assentos de casamento 1675 – 1911) está a ser comercializado, pelo próprio autor, ao preço de capa de 12 Euros, a que acrescem as despesas de envio (portes dos Correios + envelope almofadado).
As reservas para aquisição deste livro, cujas despesas de envio são de 3,15 Euros para Portugal e de 9,00 Euros para o estrangeiro, podem ser feitas, desde já, através do endereço franciscoanpgomes@portugalmail.com .
PAGAMENTO EM EUROS
Como forma de pagamento em Euros, é recomendável o recurso à transferência bancária para a nossa conta, utilizando os seguintes dados:
Em Portugal:
(15,15 Euros por cada exemplar enviado pelo Correio)
NIB: 0012 0000 2717 5340 301 98
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AGÊNCIA: Horta (Largo do Infante, 9900-016 Horta, Açores, Portugal)
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BANCO: Banco Comercial dos Açores
AGÊNCIA: Horta (Largo do Infante, 9900-016 Horta, Açores, Portugal)
PAGAMENTO EM US DÓLARES
(35,00 USD por cada exemplar enviado pelo Correio)
Utilize: www.PayPal.com
NAME: Genealogia – Famílias da Ilha das Flores (Francisco Gomes)
EMAIL ADDRESS: franciscoanpgomes@portugalmail.com
BREVE NOTA SOBRE O AUTOR
Natural da freguesia da Fazenda, concelho de Lajes das Flores, onde nasceu em 1956, Francisco António Nunes Pimentel Gomes tem uma interessante bibliografia sobre a ilha das Flores, iniciada em 1984 com a publicação de Subsídios para a História da Ilha das Flores.
Daí para cá, entretanto, já publicou Imprensa na Ilha das Flores – A História Possível (1985), O Canal da América (1988), A Caça à Baleia nas Flores (1988), Flores e Corvo – O Outro Arquipélago (1989), Autonomia Administrativa Distrital (1996), A Ilha das Flores: da redescoberta à actualidade (Subsídios para a sua História) (1997; 2.ª edição, revista e ampliada, em 2003), Famílias da Ilha das Flores (Vila das Lajes e freguesias da Fazenda e do Lajedo) (1998) e, por último, Casais das Flores e do Corvo (Extractos dos assentos de casamento 1675-1911) (2006).
Já proferiu, também, várias palestras nas Flores, Faial e São Miguel, maioritariamente relacionadas com a História da primeira daquelas ilhas, é sócio e dirigente do Núcleo Cultural da Horta e colaborador da Enciclopédia Açoriana.
Profissionalmente, começou por ser professor do ensino básico, tendo integrado, depois, o quadro de pessoal técnico da Administração Regional. Foi também director do jornal Correio da Horta, ilha do Faial, entre Julho de 1987 e Dezembro de 1996.
INTRODUÇÃO
A “CASAIS DAS FLORES E DO CORVO”
Cresceu, de forma quase exponencial, nos últimos anos, o interesse pela história das famílias e das suas raízes.
De facto, a Genealogia libertou-se, por assim dizer, das suas origens aristocráticas, e, quase de repente – ao que não será de todo alheia a disseminação do computador, do acesso à Internet e até de software específico –, passou, também, a despertar a atenção e a curiosidade do cidadão comum.
Daí que a pesquisa, hoje em dia, já não seja direccionada quase em exclusivo a uns ramos, mais ou menos nobres, de umas tantas famílias proeminentes, antes se tenha alargado ao interesse particular de milhões e milhões de pessoas das classes médias e até populares, ávidas de obterem, senão as elaboradas “histórias” das suas famílias, ao menos o maior número possível de nomes de ascendentes seus, com os quais possam, depois, organizar as respectivas árvores genealógicas.
É, pois, com este espírito abrangente, de poder ter alguma utilidade prática à generalidade das pessoas que têm ascendentes nas duas ilhas do Grupo Ocidental açoriano, que se enquadra a edição destes Casais das Flores e do Corvo (Extractos dos assentos de casamento 1675 - 1911).
Tivéssemos sabido preservar os nossos arquivos paroquiais, como felizmente aconteceu em algumas – poucas – das outras ilhas dos Açores, e, também nas Flores e no Corvo, poderíamos, ainda hoje, aceder, por exemplo, a livros de baptismos e de casamentos da segunda metade de Quinhentos, quando, por força de uma norma da 24.ª sessão do Concílio de Trento, em 1563, aqueles assentos passaram obrigatoriamente a ser feitos “em livro próprio”.
A realidade, infelizmente, é outra.
Nas Flores, dos livros de casamentos que chegaram aos nossos dias, os mais antigos remontam somente a 1675, e, mesmo assim, cobrem, sensivelmente, apenas metade da ilha.
As falhas mais gritantes, que constituem, de resto, um atentado ao nosso Património e uma perda irreparável para nossa Memória colectiva, aconteceram com Lajes das Flores, uma paróquia Quinhentista que hoje apenas dispõe de livros de casamentos a partir de 1763, e ainda com Cedros e Lomba, uma e outra sem livros de conhecido paradeiro nos largos períodos 1693-1840, a primeira, e 1700-1860, a segunda.
No caso do Corvo, o primeiro livro de casamentos foi já perdido na ilha do Faial, onde – ironia das ironias! – supostamente estaria melhor conservado e em maior segurança.
Seja como for, nestes Casais das Flores e do Corvo incluímos, ainda que sob a forma de um breve extracto, a informação essencial relativa a 10.247 casamentos, tantos quantos foram registados, até 1910-11, nos livros de casamentos actualmente em depósito na Biblioteca Pública e Arquivo Regional da Horta.
Esperamos, por isso, que este despretensioso livro, ao apresentar, por cada uma das paróquias das Flores e do Corvo, a listagem dos extractos de todos os assentos de casamento, ordenados por ordem alfabética do cônjuge masculino, possa, de alguma forma, ajudar quantos, cada vez em maior número, seja aqui nos Açores, seja também na Diáspora, procuram conhecer quem foram, nas ilhas do Grupo Ocidental açoriano, os seus mais recuados ascendentes.
A finalizar, manifesto, aqui, o meu público reconhecimento às várias entidades – cujos logótipos figuram na contracapa – que, de uma forma ou de outra, designadamente adquirindo alguns exemplares, ajudaram a viabilizar a edição destes Casais das Flores e do Corvo.
E é tanto mais justo identificar essas entidades quanto é certo, também, que outras mais foram igualmente convidadas a fazê-lo, e, no pleno exercício, embora, de um direito que lhes assiste, disseram “não”, ainda que, com gentileza e urbanidade, todas tivessem invocado imaginativas desculpas.
Não era caso para tanto! Desculpas, peço eu, por ter incomodado o sossego de Suas Senhorias.
Francisco A. N. P. Gomes
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